sábado, novembro 03, 2012
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domingo, outubro 21, 2012
Vai garota , chora , corre atrás , e se não conseguir , um dia ele vai te querer e já vai ser tarde demais .
By : Milena Belo
By : Milena Belo
sábado, outubro 20, 2012
Entrevista com Pitty
Eu – Quando você era adolescente e se apaixonava por um menino, o que você fazia primeiro? Se declarava pra ele ou escrevia uma música?
Pitty – Com certeza escrevia uma música, um poema, um texto, uma frase. Eu não era muito de “me declarar” explicitamente. Eu ia observando, esperando, pra ver se ele sentia o mesmo que eu. Se eu achasse que sim, ia me aproximando aos poucos, procurando os interesses em comum. Eu era da turma do “se tiver que ser, será”.
Eu – Ser roqueira em Salvador, não seguir uma profissão “normal”. Você se sente diferente? É difícil ser diferente?
Pitty – Eu já me sentia diferente desde a escola, quando percebi que as coisas que
eu gostava não eram as mesmas que a maioria. Mas aprendi a não achar isso nem um bicho de sete cabeças e nem uma coisa especial: as pessoas simplesmente são diferentes.
eu gostava não eram as mesmas que a maioria. Mas aprendi a não achar isso nem um bicho de sete cabeças e nem uma coisa especial: as pessoas simplesmente são diferentes.
Claro, a minha vocação me levou para um caminho atípico para quem mora em Salvador, longe do estereótipo conhecido, mas é assim mesmo. E o diferente está no olho de quem vê, então só é difícil ser
diferente diante do preconceito. Em todos os demais momentos, o que é “diferente” pro outro, pra mim é apenas ser o que se é, é o natural.
diferente diante do preconceito. Em todos os demais momentos, o que é “diferente” pro outro, pra mim é apenas ser o que se é, é o natural.
Eu – Que tipo de música você ouvia com a nossa idade, tipo 15, 16 anos? E o que ouve hoje?
Pitty – Sempre ouvi rock, e nessa fase de 15, 16 eu estava muito ligada em hardcore e punk rock; depois esse leque foi se abrindo. Ouvi muito metal, rock alternativo, grunge, depois veio o blues e o jazz, indie rock… e isso tudo é basicamente o que eu ouço até hoje!
Eu – Por que você acha que você faz tanto sucesso com a turma mais jovem?
Pitty - Pelas mensagens e pelo estilo de som, que tem a ver com busca de identidade e questionamen
















